
Muitos clínicos enxergam terminologias, modelos de informação e interoperabilidade como assuntos técnicos, distantes da prática assistencial. Mas na realidade a qualidade do dado nasce no encontro clínico. Documentar sempre foi um ato clínico. Agora, é também um ato de produção de conhecimento.
Mais do que gerar dados, queremos discutir como produzir conhecimento que transforma.
Nosso objetivo não é ensinar programação, XML, JSON ou APIs. Queremos mostrar como a documentação clínica, quando estruturada e semanticamente consistente, permite que a informação seja reutilizada para continuidade do cuidado, pesquisa, gestão, apoio à decisão e inovação.
Estamos entrando em uma nova fase da saúde digital. Se a pandemia de COVID-19 acelerou a digitalização da saúde, a Inteligência Artificial está acelerando uma nova exigência: dados clínicos compreensíveis, estruturados e interoperáveis.
A IA alcança seu verdadeiro potencial quando encontra informação organizada, padronizada e conectada por significado. Os prontuários do futuro não serão avaliados pela capacidade de armazenar informações, mas pela eficácia na transformação registros clínicos em conhecimento reutilizável.
Este novo curso coloca o clínico no centro da discussão sobre modelos de informação, terminologias, FHIR, RNDS e governança do conhecimento clínico.
Mais informações em breve.